Região/Cidades Rancharia

Mãe pede ajuda para filhos serem encaminhados para o Hospital das Clínicas em São Paulo

Os g√™meos usam sonda, t√™m convulsões di√°rias, vomitam e não passam por acompanhamento da Sa√ļde.

Por Daniele de Melo Cardoso

09/01/2024 às 11:09:39 - Atualizado h√°
fotos cedidas pela mãe das crianças

Ana Paula Caetano da Silva, mãe dos g√™meos, Lucca e Léo, de tr√™s anos, que nasceram com um erro no metabolismo, pede ajuda de autoridades e de profissionais da saúde de Rancharia, para encaminhar seus filhos para tratamento no Hospital das Clínicas, em São Paulo.

De acordo com ela, os meninos usam sonda, t√™m convulsões di√°rias, vomitam e não passam por nenhum acompanhamento da Saúde. "Cheguei no meu limite; sou sozinha para cuidar dos meus filhos e não tenho ajuda da saúde da cidade; somente as profissionais da APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – me ajudam muito", comenta.

"Preciso urgente de um especialista para descobrir o que eles t√™m; as pessoas me perguntam o que o Léo e o Lucca t√™m, mas eu não sei; só sei que é um erro no metabolismo que a doutora me explicou, mas eles não t√™m atendimento h√° anos no AME; preciso de tudo um pouco como fraldas, lenço umedecido, remédios, mas o que estou pedindo e implorando é por um encamiSegundo Ana Paula, o caso dos meninos est√° se agravando e eles correm risco de morte. "Meu filho est√° vomitando um líquido com cheiro horrível; isso não é normal; vou ao hospital e eles não sabem o que fazer; dão um soro, mandam embora; passei eles no Neurologista h√° anos e disseram que eles tinham um caso grave, mas que estava em pesquisa e até agora nada; nos colocaram novamente em uma lista de espera do AME; é muita humilhação; não tenho quem fique com eles para correr atr√°s de advogado", explica.


"Preciso de cadeira de rodas para eles; os remédios são todos pagos; recebo auxílio, mas as despesas são muitas; o custo de tudo é alto; não recebo a visita de nenhuma enfermeira em casa para me ajudar; h√° um ano consegui os remédios pelo Postão, mas cortaram; os remédios são caros; eles me ajudam apenas com a dieta; não tenho nada, não tenho ajuda; não aguento mais; não tem um tratamento; cansei de pedir ajuda e ver meus filhos nesta situação", lamenta.

Ela conta que decidiu pedir ajuda nas redes sociais para ver se consegue este encaminhamento. "Meus filhos vão morrer e aí vão querer me ajudar; estou pedindo ajuda; salvem a vida dos meus filhos; cad√™ alguma autoridade de Rancharia para me ajudar; estou desesperada; se não fosse a Apae meus filhos estariam mortos; sou muito grata; voc√™ pedir ajuda para pessoas e ouvir tem que esperar não é f√°cil; tem quase 2 anos que meu filho não passa no neuro; estou no meu limite; preciso de suporte; não estou cansada de cuidar deles e sim das pessoas não me ajudarem porque estou de mãos atadas; não tenho o que fazer; eles não internam, mandam pra casa, eles tem uma febre que ninguém descobre, eles tem convulsão que não sabem de onde vem; j√° eram pra ter me encaminhado", reitera.

Toda doação para Ana Paula é bem-vinda. Quem puder ajudar com fraldas descart√°veis, tamanho M, lenços umedecidos, ou alguma quantia em dinheiro, pode entrar em contato pelo telefone (18)99690-6742.nhamento dos meus filhos para o Hospital das Clínicas", desabafa.

Nota de Rancharia

Em nota ao portal Abordagem Notícias, a Prefeitura de Rancharia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, disse que sempre deu total suporte aos pacientes em questão, com medicamentos manipulados, transporte e consultas.
No caso de um atendimento especializado, a informação é que o encaminhamento deve ser feito pelo Hospital de Presidente Prudente, que no momento est√° sem o atendimento do Neurologista, especialista em questão.





Fonte: Portal Abordagem Notícias
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